Wellington Silva chega ao Fluminense para brigar por um espaço. Bruno foi o titular durante boa parte da temporada. Seu reserva imediato era Wallace, que foi vendido ao Chelsea, mas volta ao Fluminense por empréstimo até julho deste ano. Os três disputam uma vaga entre os titulares, mas todos devem ser utilizados já que o clube vai priorizar a Libertadores, no entanto sem abrir mão do Carioca, ambos disputados no primeiro semestre.
Após um bom Brasileiro pelo Flamengo, Wellington Silva gerou uma longa disputa no fim do ano. O Rubro-Negro é dono de 16% dos direitos econômicos do atleta e notificou o Resende avisando que exerceria a prioridade na compra de mais 34% por R$ 1 milhão. No entanto, não obteve resposta positiva. Houve uma batalha judicial, mas o advogado de Wellingtonconseguiu uma liminar o livrando de qualquer vínculo.
O Fluminense, por sua vez, abriu negociação com Léo Rabello, empresário que disse ter a representação do jogador, e com o Resende. No entanto, um segundo empresário, Marcos Marinho (empresário do grupo For Winner), diz que também é responsável pela carreira de Wellington Silva. Antes do jogo contra o Botafogo, no dia 1º de dezembro, pela última rodada do Brasileirão, Wellington Silva apresentou a Zinho uma terceira pessoa, que também seria responsável por conduzir sua carreira. O imbróglio gerou dúvidas e atrapalhou as tentativas do Flamengo de exercer seu direito.
O Grêmio também fez proposta, mas ela foi recusada. O Internacional foi outro clube que demonstrou interesse em contratar Wellington, mas quando foi ao mercado, tomou ciência do acerto com o Flu, que vai pagar cerca de R$ 80 mil por mês, além de ter oferecido um contrato mais longo.
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