Dentro do revezamento entre capitães que Felipão costuma fazer, o jogador do Fluminense está cotado para envergar a braçadeira diante da Rússia, na segunda-feira.
- A questão de ter esse voto de confiança do treinador não significa que tenho algo a mais ou saí na frente. Tenho que trabalhar firme e continuar fazendo o melhor para o Brasil - comentou o jogador.
Mais experiente aos 29 anos, o jogador recorda-se que já cumpriu papel de líder quando despontou no Cruzeiro, depois de se destacar pelo América-MG.
- Fui capitão no Cruzeiro aos 21 anos. Quando cheguei ao Fluminense, também fui capitão. Tudo aconteceu com naturalidade. É o nível máximo chegar nessa situação na Seleção Brasileira - enalteceu.
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