22/05/2013 09h00
- Atualizado em
22/05/2013 09h41
Com retrospecto positivo, Abel elogia Colina: 'Um caldeirão que nos ajuda'
Flu não perde em São Januário desde 2011. Neste ano venceu os cinco jogos disputados na casa do Vasco e sonha com novo resultado positivo
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contra o Emelec, pelas oitavas de final (Foto: AFP)
Sem se importar diretamente com os números, Abel Braga não hesitou ao dizer que se sente muito mais em casa em São Januário do que se sentia no Engenhão. Ele lembrou que apesar da beleza do estádio do Botafogo e da qualidade do gramado, os torcedores não conseguiam fazer pressão nos visitantes, algo que acontece em São Januário. E isto irá acontecer nesta noite, já que praticamente todos os ingressos colocados nas bilheterias foram vendidos antecipadamente.
- Lá é um caldeirão que nos ajuda no fator casa. O Engenhão é muito bom, muito bonito, mas o torcedor fica longe. Os rivais não sentem pressão ali. São Januário é como o Defensores del Chaco (casa do Olimpia) por exemplo. A distância da torcida para os jogadores no campo é a mesma. Isso tem influência - afirmou.
Mas mesmo se sentindo em casa em São Januário, Abel Braga já não vê a hora de poder voltar a utilizar o Maracanã. Ele relembrou momentos que viveu no estádio como jogador e treinador e admitiu que a casa faz falta tanto ao Fluminense como ao Flamengo.
- O Maracanã sempre foi a verdadeira casa de Flamengo e Fluminense. Faz uma falta absurda. E ficou bonito. Não gostei das dimensões do gramado que acabam privilegiando quem defende, mas já me falaram que faz um eco absurdo vindo das arquibancadas. Isso é fantástico. E minhas recordações são incríveis. Fui campeão como jogador em um jogo que tinha mais de 150 mil pessoas - relembrou.
Fluminense e Olimpia começam a decidir uma vaga nas semifinais da Libertadores na noite desta quarta-feira, às 22h (de Brasília), em São Januário. A segunda partida será realizada no dia 29 de maio, no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção. O Tricolor entra em campo com: Diego Cavalieri, Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Wagner; Wellington Nem, Rhayner e Fred.